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6 Técnicas de SEO que você DEVE utilizar em 2020

Bruna Aosani

Os nossos parceiros da Moove prepararam uma lista contendo ótimas dicas e técnicas de SEO que você deve utilizar em 2020, e nós da Zeeng, resolvermos dividir com vocês por aqui. Afinal, conteúdo bom sempre tem que ser compartilhado :D

Métodos um pouco mais avançados que irão envolver tanto uma produção bem afinada de conteúdo quanto implementações técnicas em seu site

Se você é Produtor de Conteúdo para internet, ou trabalha com Marketing Digital há algum tempo, já deve estar por dentro de muitas noções básicas na hora de produzir conteúdo ou até mesmo desenvolver um site.

Produzir um conteúdo relevante para o seu público-alvo, saber selecionar as palavras-chave ideais para o assunto e estruturar um ambiente amigável e responsivo para receber o usuário são alguns dos quesitos mais comuns que levamos em consideração na hora de estruturar uma estratégia de SEO (Search Engine Optimization) eficiente, e certamente não deixarão de ser os pontos de partida para qualquer trabalho de Otimização de Busca.

Todavia, a forma como consumimos conteúdo no ambiente digital muda constantemente e o guru Google, por sua vez, acompanha e influencia diretamente nessas mudanças. Sabendo disso, novas técnicas de SEO surgem para auxiliar empresas e profissionais de Marketing Digital a tornarem seus esforços mais assertivos e alavancarem a visibilidade de suas marcas em um dos canais de maior influência de compra e comportamento da internet: a Página de Pesquisa do Google.

Hoje, veremos algumas técnicas que talvez você não conheça (ou, pelos menos, não esteja botando em prática), mas consideradas extremamente eficazes por diversos especialistas na área de Otimização de Buscas Orgânicas.

São algumas dicas que com certeza influenciarão tanto no trabalho de Produtores de Conteúdo e Analistas, quanto no de profissionais de conhecimento técnico mais específico, como Programadores e/ou Designers de UX, mas que prometem fazer toda a diferença para a autoridade da marca no Google e, consequentemente, para seus potenciais clientes.

E não esqueça de, ao final deste texto, estabelecer uma lista de prioridades para o que fazer em curto, médio e longo prazo nesse quesito. Sua marca, ou cliente, agradece!

Então vamos lá…

     1. Reaqueça e otimize os conteúdos que você já tem

Já parou para avaliar quais artigos do seu blog possuem melhor desempenho? Quais possuem mais acessos? Quais possuem mais tempo de permanência? Se determinado conteúdo produzido por sua marca, mesmo depois de passado certo tempo desde a publicação, continua recebendo acessos e mantém os usuários em seu site por bastante tempo, é um grande indicador de que ele é mais relevante em relação aos demais e, muito provavelmente, não perecível (o famoso “evergreen”).

Entretanto, isso não significa que ele não possa ser melhor aproveitado, justamente porque assuntos não perecíveis raramente deixam de ser procurados, e os usuários costumam acompanhar a evolução de tendências e a chegada de novas informações. Entre alguns “refreshs” pertinentes muito comuns, podemos incluir:

  • Criar novos parágrafos que tragam subtópicos novos, aprofundando o que está sendo dito;
  • Fazer novos backlinks baseados em outros conteúdos publicados recentemente com assuntos similares;
  • Atualizar eventuais exemplos que tenham sido dados, assim como fotos, prints e até mesmo novos vídeos*;
  • Otimizar a estrutura para facilitar a leitura (hierarquia das informações, quebra de parágrafos, listagem de itens, entre outros).

*Em caso da inserção de conteúdos visuais, não esqueça de incluir os Alt Texts, fundamentais para o ranqueamento no Google Imagens.

MAS ATENÇÃO! Caso a URL da página do seu conteúdo mude, não esqueça de utilizar o Redirect 301. Caso contrário, quaisquer backlinks do seu artigo (internos ou externos) se tornarão inválidos (o famoso erro “404 – Page not Found”).

O Redirect 301 nada mais é do que uma instrução criada no servidor para informar que uma determinada página mudou de endereço permanentemente, evitando que as referências anteriores se percam. Caso trate-se de um texto de blog, recomenda-se ainda atualizar a data de publicação.

     2. Aprenda com os Featured Snippets e utilize o Skycraper

Primeiramente, o que são?

Também conhecido como “posição zero do Google”, o Featured Snippet já é amplamente conhecido por quem trabalha com SEO ou, pelo menos, busca implementar técnicas no dia a dia na produção de conteúdo para sites.

Se você não sabe o que é, certamente já deve ter visto em alguma pesquisa que tenha feito recentemente. Trata-se da resposta resumida de uma determinada pergunta feita para o Google, que pode estar, inclusive, desdobrada em outras perguntas frequentes feitas por outros usuários, como neste exemplo de pesquisa:

Snippet 1
Snippet 2

Não precisa nem dizer que esse é o sonho de consumo de todo o profissional que visa levar o seu conteúdo para o topo das pesquisas. O Google só atribui essas “caixinhas de resumo” aos conteúdos considerados por seus algoritmos como “a melhor resposta” para uma questão específica. Páginas que alcançam essa posição naturalmente acumularam mais autoridade e credibilidade, consequentemente, mais cliques.

No entanto, chegar nesse patamar é algo bastante desafiador e demanda muito tempo de maturidade da página na categoria de conteúdo que se propôs a atuar. Então:

Como utilizar um Featured Snippet como ponto de partida?

A resposta é simples: benchmarking. Como qualquer conteúdo a ser produzido, é comum nos basearmos em fontes secundárias e, tratando-se de publicações que estejam na Posição Zero do Google, elas são referências absolutas tanto no conteúdo em si quanto na estrutura em que são apresentadas.

Se concorrentes seus, ou até mesmo canais de conteúdo pertinentes ao seu público, estão alcançando essa posição com termos de busca com os quais você quer ser encontrado, é vital analisar como eles estão produzindo o conteúdo deles. Fique atento a:

  • Como (em termos específicos) as pessoas estão procurando por assunto X;
  • Como os textos dos Featured Snippets estão estruturados/diagramados;
  • Quais termos-chave aparecem em destaque em títulos (H1), subtítulos (H2) e até mesmo no meio de frases e parágrafos;
  • Dentro do seu segmento, o que está sendo utilizado: imagens? Artigos em formato de lista? Perguntas frequentes? Antecipe o que o seu público-alvo quer saber e formate do jeito certo.

E, para ir além: o que a concorrência está deixando de falar? O que poderia ser incluído que faz diferença para o seu público? Mesmo que mínimo. A técnica de se basear em conteúdos destaque no Google e incrementá-los possui até mesmo nome específico…

Você sabe o que é Skycraper?

Na prática, o Skycraper é basicamente um conjunto de iniciativas para analisar conteúdos que estejam performando bem (não Featured Snippets necessariamente), aprimorá-los e criar novas publicações autorais. Por fim, ainda buscar por parceiros relevantes na web para gerar backlinks para o seu site, preferencialmente com o mesmo nível de autoridade dos backlinks presentes no site de seus concorrentes.

E, caso você possua uma ferramenta específica de SEO (ex.: SEMrush, Majestic, Woorank, entre outras), essa missão fica ainda mais simples, pois, através desse tipo de investimento, você será capaz de localizar a origem das referências externas dos sites dos seus concorrentes, tornando possível descobrir quais outros portais ele está utilizando para gerar autoridade para o site dele.

Assim, encontrar sites similares para entrar em contato e oferecer seu conteúdo como referência, gerando backlinks externos, faz com que o tempo se otimize e aumenta a assertividade do esforço. E sim, buscar backlinks de forma direta e “manual” é algo totalmente válido e extremamente eficiente.

PORÉM, NÃO CONFUNDA: se basear em conteúdos com boa performance, e até mesmos nos Featured Snippets, não significa abertura para plágio. Copiar textos na íntegra de outro site com pouca ou nenhuma modificação é passivo de penalização por parte do Google. Se você conhece o mínimo de SEO, isso precisa ser levado a sério, e não custa nada lembrar.

     3. Trabalhe conteúdo pensando nas Pesquisas por Voz

Já falamos brevemente sobre o imediatismo que os usuários têm ao buscar solucionar problemas no Google, e o crescimento das pesquisas por voz nos últimos anos é um reflexo disso.

Segundo dados do próprio Google, mais de 50% dos usuários já realizam pesquisas e comandos por voz em seus dispositivos diariamente, uma tendência que se tornou realidade nos últimos dois anos para cá.

E isso acaba não surpreendendo tanto, tendo em vista que pesquisar por voz chega a ser 3x mais rápido do que por digitação.

A questão é: essa tendência pode ser aproveitada para gerar novas técnicas de SEO? Diversos especialistas na área garantem que sim. Porém, mais do que nunca, devemos ficar atentos em como exatamente os usuários estão se comportando na hora de utilizar essa funcionalidade.

Alguns comportamentos comuns que se potencializaram com a Pesquisa por Voz:

  1. Busca por termos em formato de pergunta (Ex.: frases que começam por “como”, “onde”, “quanto”, “quando” e “por que”, inseridos nos mais diversos contextos imagináveis);
  2. Crescimento de palavras-chave de cauda longa, ou seja, frases compridas (consequentemente, específicas) que as pessoas jogam no buscador;
  3. Frases com termos e abordagens informais;
  4. Exclusivamente buscas por produtos e serviços rápidos e/ou locais (Ex.: “qual a farmácia mais próxima de mim”).

Sendo assim…

Foque em palavras-chave de característica “cauda longa”, até mesmo com linguagem informal

Partindo dessas premissas, é seguro dizer que levantar palavras-chave o mais específicas possíveis nunca foi tão importante quanto agora. Assim como já vimos nos Featured Snippets, trabalhar a linguagem e o formato do texto dessa maneira tende a resolver mais rapidamente os problemas das pessoas. Sendo assim, mais relevante para os critérios do Google.

Atualmente, pouco mais de 40% das pesquisas realizadas por voz resultam no surgimento de Featured Snippets.

Isso significa que, de certo modo, podemos afirmar que elaborar conteúdo voltado a alcançar a Posição Zero do Google também é visar angariar tráfego de pesquisas por voz, já que se tratam de pesquisas da mesma natureza informacional por parte do usuário.

Saiba como utilizar o Google Meu Negócio

Outro direcionamento dado por diferentes especialistas, e que faz todo o sentido se levarmos em consideração o item 4 da nossa lista, é o de utilizar o Google Meu Negócio.

É através do Google Meu Negócio que as empresas conseguirem fornecer e sintetizar dados básicos como localização, horários de funcionamento, fotos do local e de produtos, e até mesmo eventuais promoções.

Manter tais informações atualizadas, incluindo imagens do local, aumentam consideravelmente as chances da empresa ser encontrada na Página de Pesquisa e até mesmo no Google Maps. Desta forma:

Moove

     4. Invista tempo na produção de conteúdo visual

Antes mesmo de botar em prática qualquer nova técnica de SEO, sempre tenha em mente os dois atributos principais que as páginas de busca se baseiam para caracterizar relevância: volume de acessos e tempo de permanência na página. Ou seja, quantas pessoas estão acessando o seu conteúdo e quanto tempo elas dedicam para consumi-lo.

Porém, um erro muito comum é ficar atento apenas ao número de acessos quando, na verdade, o fator que determina a qualidade do seu conteúdo é justamente o tempo que as pessoas prestam atenção nele.

É fundamental ter consciência disso, pois esta dica está ligada diretamente à retenção de usuários, e ela diz respeito a todo tipo de conteúdo complementar ao texto que você pode explorar para manter a atenção deles: imagens (fotos ou prints), infográficos, vídeos, áudios, GIFs, etc.

A premissa básica a ser seguida para criar conteúdo pensando no ranqueamento é a de que as pessoas querem solucionar suas dúvidas, ou problemas, o mais rápido possível. Por isso, consumir informação de forma rápida e dinâmica faz parte do nosso dia a dia.

E é justamente aqui que o conteúdo visual se torna um artifício poderoso, pois ele é mais atraente e de fácil assimilação.

Segundo dados do Google, 50% dos visitantes decidem se ficam ou não na página em aproximadamente 8 segundos de navegação, fazendo com que o conteúdo tenha muito pouco tempo para convencer o usuário de que irá apresentar as respostas que ele precisa.

Então comece a elaborar desde já: o que você está produzindo hoje que poderia ser mais facilmente compreendido visualmente? Muitos números para mostrar? Crie infográficos. Tutoriais? Produza vídeos. Está tentando explicar alguma coisa que as pessoas não sabem exatamente o que é ou como é? Utilize imagens ou prints (como é o caso deste artigo).

PORÉM, LEMBRE-SE! O peso dos arquivos que você for subir em seus conteúdos pode interferir diretamente no tempo de carregamento da página, e páginas que demorar para carregar são abandonadas. Logo, utilize imagens leves. A grande maioria das fotos presentes em blogs, por exemplo, não está em alta resolução.

E, por falar em tempo de carregamento, nossa próxima prática é um pouco mais técnica, mas está diretamente relacionada a isso…

     5. Melhore o tempo de carregamento utilizando CDN (Content Delivery Network)

Essa é uma dica um pouco mais técnica e certamente envolverá um trabalho ao lado de um desenvolvedor ou profissional de tecnologia específico, então se você já possui alguém desse perfil no seu time, já está um passo à frente.

Antes de mais nada, é importante lembrar que diversos fatores influenciam no tempo de carregamento de uma página, entre os principais, o servidor em que ela se encontra hospedada.

Isso acontece porque, toda a vez que você acessa uma determinada página na internet, é do servidor em que ela está que os arquivos são “puxados”. Diversas conexões são feitas simultaneamente para que todos os elementos gráficos da página apareçam.

Isso significa que, dependendo da qualidade do servidor, quantidade de elementos e do peso dos arquivos presentes na página, ela tende a ficar “mais lenta” ou “mais devagar”. E é aqui que o CDN entra como uma ótima opção de otimização.

O CDN, ou “Content Delivery Network” é a chamada Rede de Distribuição de Conteúdo, que nada mais é do que um grupo de servidores que possibilita que diversos conteúdos estáticos possam ser armazenados e disponibilizados de forma mais ágil e segura, quase que de forma instantânea.

A partir do uso da CDN, o site poderá armazenar arquivos mais “comuns” que não mudam frequentemente como, por exemplo, imagens fixas, arquivos em CSS e JS, entre outros scripts.

Existem diversas opções de CDN disponíveis para compra no mercado, algumas, inclusive, de servidores famosos, como o Cloudfront, da AWS. Outros também bastante conhecidos são:

  • Cloudflare
  • Google Cloud CDN
  • GoCache (opção brasileira)
  • Akamai
  • Incapsula
  • MaxCDN

Entretanto, é muito importante ter consciência de que pouco adianta investir em uma CDN se os arquivos disponibilizados no seu site não seguem boas práticas que impactam no tempo de carregamento por si só.

Como já mencionado na dica de conteúdo visual, trabalhar imagens com dimensões reduzidas, e até mesmo comprimidas, é vital para não contribuir para um ambiente pesado. Tendo isso já otimizado, parta para a aquisição de uma CDN e monte ao lado de um programador de confiança.

     6. Saiba o que é Schema Markup e o implemente no seu HTML

Aprofundando um pouco mais agora a nível de código, é preciso levar em conta também que a estrutura do seu site também influencia absurdamente no desempenho para se estar nas primeiras posições das SERPs.

Por mais que um conteúdo de qualidade faça toda a diferença para gerar relevância, é indiscutível o fato de que informações, quanto mais bem organizadas, melhor tendem a ser encontradas pelos algoritmos do Google. E não estamos falando aqui, no caso, em estrutura ou diagramação de texto de artigos, mas sim da estruturação do código fonte que compõe o seu site.

Resumidamente, podemos considerar o Schema Markup como uma sequência de tags que auxilia o Google a compreender de forma mais ágil o que pode ser encontrado dentro do site. Ele se materializa como mais um artifício de informação textual voltado a aumentar o CTR (Taxa de Cliques), que podemos observar no exemplo a seguir:

Schema 1

Informações muito pertinentes que auxiliam a alavancar o número de acessos à página, como:

  • Reviews
  • Avaliações por estrelas
  • Localização
  • Preços médios para determinado produto/serviços
  • Opções de pagamento
  • Horários de atendimento
  • Eventuais promoções

Tudo isso, além de tornar a chamada mais atrativa para o usuário, também ajuda os algoritmos do Google a considerar aquela página mais “organizada e completa em termos de informação”, auxiliando no ranqueamento. E é claro, dependendo do tipo de página e do conteúdo, as informações selecionadas podem variar.

Mas a questão é: sites com códigos que se diferenciam por cada tipo de conteúdo resultam em descrições mais completas, e os algoritmos gostam disso.

Para implementar tal estrutura de tags, é necessário seguir um passo a passo de acordo com a necessidade da sua marca, e o próprio Google pode te auxiliar com isso.

  1. Comece acessando ao Assistente de Marcação de Dados Estruturados do Google

Schema 2

     2. Adicione e classifique a suas tags e clique no botão “Criar HTML”

Schema 3

     3. Faça download dos códigos ou simplesmente copie as partes marcadas em amarelo pela ferramenta, elas são o seu código do Schema Markup já estruturado.

Schema 4

     4. Finalmente, “cole” o código no HTML do seu site.

Os passos 3 e 4, como dito no início desta última técnica, muito provavelmente exigirão o auxílio de um desenvolvedor. Isso irá poupar tempo e diminuir a margem para eventuais erros na estrutura do código. Logo, tenha isso em mente na hora de implementar o Schema Markup.

Por fim, para verificar se o código está funcionando como deveria, o Google também disponibiliza uma Ferramenta de teste de dados estruturados, onde você ou o(a) desenvolvedor(a) pode verificar erros, tanto ao inserir a URL da página, quanto diretamente no Snippet de Código.

Schema 5

No fim das contas, pode-se dizer que o Schema Markup é uma implementação técnica que segue os mesmos princípios que já vimos nos Featured Snippets e das informações fornecidas ao Google Meu Negócio, pois busca sintetizar informações para o usuário.

Entretanto, trata-se de uma prática mais hard voltada principalmente para impactar os algoritmos do Google, que incentiva esse conjunto de códigos. Sendo assim, tornando a prática um diferencial decisivo para otimização do ranqueamento.

BÔNUS: O Tio Bert vem aí.

Você sabe o que é o Google BERT?

Uma novidade que promete aumentar a assertividade dos resultados de busca é o recente lançamento do Google BERT (Bidirectional Encoder Representations from Tranformers), nova tecnologia de rede neural que tem o objetivo de aprimorar o processamento de linguagem natural, e que em breve será utilizado globalmente.

Resumidamente, a rede irá auxiliar os dispositivos a compreenderem a linguagem expressa no buscador de forma mais próxima ao entendimento humano, como, por exemplo:

BERT 1

BERT 2

                                                                                                                               (FONTE: Google)

Presume-se, então, que o Google BERT tende a impactar principalmente nas pesquisas por voz e em quaisquer tipos de pesquisa que resultem em Featured Snippets, pois é aqui que a maioria dos termos que causam dualidade de interpretação surgem. Sendo assim, podemos concluir que trata-se de uma inovação que reforça a necessidade do aprimoramento de vários pontos que já falamos ao longo deste artigo.

Enquanto a novidade não chega, aproveite para elencar quais técnicas de SEO você acredita que farão maior diferença para a sua empresa hoje. Mas sempre tenha em mente: a sua marca só é relevante na internet se o conteúdo que ela produz faz a diferença para alguém. 😉


Post originalmente desenvolvido pelo Calvin Pontel Wallau – Planejador da área de Inteligência Criativa da Agência Moove.

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