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Lives: uma febre momentânea?

Bruna Aosani

Diante desta grande remodelação da comunicação que enfrentamos causada pelo COVID-19, fizemos um estudo junto a CDI Comunicação sobre o cenário de “Lives” na pandemia, com o objetivo de entender se essa nova oferta é passageira ou veio pra ficar.

Essa análise considerou o monitoramento digital de mais 6.500 marcas catalogadas na Plataforma pertencentes aos mais diversos setores durante os períodos de 01/01/2019 à 01/06/2019 e 01/01/2020 à 01/06/2020.

A repercussão é medida através da quantidade de vezes que o termo “live” foi mencionado nas redes.

Dentre 170 setores catalogados na Plataforma, os que mais se destacaram no quesito “lives” foram estes:

Considerando as mais de 6.500 marcas cadastradas na Zeeng, as marcas que mais utilizaram o termo “live” em sua comunicação foram Gartner no Facebook, O Povo no Instagram e BTG Pactual no Youtube.

Os destaques na imprensa foram para O Povo, Meio e Mensagem, Omelete e R7. Nesse quesito foram considerados 150 veículos cadastrados na plataforma.

Como mostra a imagem abaixo, o Instagram foi a rede social mais utilizada para a produção se lives no período.

A partir da Nuvem de Palavras pode-se entender quais assuntos ou termos mais estão sendo discutidos em determinada rede.

Os números não deixam mentir, a transmissão ao vivo se tornou umas das grandes ferramentas de geração de conteúdo neste momento de pandemia. Mas, o questionamento que fica é: com essa cultura de lives, as pessoas estão produzindo conteúdos de alta qualidade em plataformas que foram desenhadas para serem efêmeras e o que fica armazenado não deveria ter vida longa. Qual será o legado desses conteúdos? Serão desperdiçados? Fique de olho para acompanhar o desdobramento desse estudo no próximo CDI Trends.

Para ver o estudo na íntegra é só acessar o Portal da CDI.

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